domingo, 6 de outubro de 2013

NENHUM POLÍTICO VAI RESOLVER O PROBLEMA DA SAÚDE, EDUCAÇÃO E DO SANEAMENTO BÁSICO SE NÃO ACABAR COM A ESSA CORRUPÇÃO ENDÊMICA

Um estudo realizado pelo Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) da Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo) revelou os prejuízos econômicos e sociais que a corrupção causa ao País. O valor chega a R$ 69 bilhões de reais por ano.

Como seria o quadro, não fosse o preço alto que pagamos pela corrupção:

Educação - O número de matriculados na rede pública do ensino fundamental saltaria de 34,5 milhões para 51 milhões de alunos. Um aumento de 47,%, que incluiria mais de 16 milhões de jovens e crianças.
Saúde - Nos hospitais públicos do SUS, a quantidade de leitos para internação, que hoje é de 367.397, poderia crescer 89%, que significariam 327.012 leitos a mais para os pacientes.
Saneamento - A quantidade de domicílios atendidos, segundo a estimativa atual do PAC, é de 22.500.00. O serviço poderia crescer em 103,8%, somando mais casas com esgotos. Isso diminuiria os riscos de saúde na população e a mortalidade infantil.
Infraestrutura - Os 2.518 km de ferrovias, conforme as metas do PAC, seriam acrescidos de 13.230 km, aumento de 525% para escoamento de produção. Os portos também sentiriam a diferença, os 12 que o País possui poderiam saltar para 184, um incremento de 1537%. Além disso, o montante absorvido pela corrupção poderia ser utilizado para a construção de 277 novos aeroportos, um crescimento de 1383%.
Mas quase ninguém fica preso por corrupção no Brasil
687 pessoas estão presas por corrupção no Brasil. Isso representa0,12% do total de presos no país, de 549.000.
É chato falar em números. Fica como se você estivesse experimentando fragrâncias de perfumes. Uma hora embola tudo.
Mas a verdade é que o Brasil seria um país de primeiro mundo não fosse a famigerada corrupção.
A solução é fiscalização. Concurso público para fiscais em todos os setores. O latifundiário, o empresário do agronegócio, o banqueiro, o industriário, o grande exportador que recorre ao financiamento  público precisa ter no seu pé um auditor ou fiscal chato e  detalhista. As prestações de contas tanto do grande tomador de empréstimo quanto do político e até daquele servidor que faz uma viagem e recebe diárias ou que usa o cartão corporativo, tem que ser  minuciosamente detalhada e bem explicada.

REGGAE DO ZÉ


O Estado é a conjugação da sociedade civil e da sociedade política, a hegemonia couraçada pela coerção


Musica feita para os neomarxistas e para todos os trabalhadores do Brasil. Especialmente aqueles clássicos operários da construção civil que deixam suas casas de madrugada  levando a marmita e o radinho de pilha na mochila, falam mal do governo no ponto do ônibus, pegam ônibus lotado, batem ponto, chamam o engenheiro de doutor e ao meio dia após o almoço se deitam à sombra da parede inacabada sonhando com o nono filho que vai nascer dentro em breve. É uma música feita pelo autêntico alienado, como diria Karl Marx.

Para ser conceitual, alienação é um termo usado  para designar a condição do trabalhador que, à semelhança de uma peça de engrenagem, integra a estrutura de uma unidade de produção sem ter nenhum poder de decisão sobre sua própria atividade nem direitos sobre o que produz. Transcendendo o âmbito da produção, a alienação se estende às decisões políticas sobre o destino da sociedade, das quais as grandes massas permanecem alijadas, e mesmo ao âmbito das vontades individuais, orientadas pela publicidade e pelos meios de comunicação de massas.

Zé é um nome comum e que sintetiza o caráter, a honestidade, a seriedade e a responsabilidade do verdadeiro trabalhador que constrói não só um edifício, mas um país.
                                                                                                                                         Paulo Roberto